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Collagen Peptides — O que a evidência mostra

Por Redação · publicado 2025-12-22 · última revisão 2026-01-30 · Data

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Última revisão em 2026-01-30. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.

Mecanismo de ação

Culturas geneticamente modificadas são plantas geneticamente modificadas utilizadas na agricultura. As primeiras culturas desenvolvidas tinham como destino a alimentação animal ou humana e forneciam resistência a certas pragas, doenças, condições ambientais, deterioração ou tratamentos químicos (por exemplo, resistência a um herbicida). A segunda geração de culturas buscou melhorar a qualidade, muitas vezes alterando o perfil nutricional. As culturas geneticamente modificadas de terceira geração poderiam ser usadas para fins não alimentares, incluindo a produção de agentes farmacêuticos, biocombustíveis e outros produtos de utilidade industrial, bem como para biorremediação. As culturas geneticamente modificadas têm sido produzidas para melhorar as colheitas por meio da redução da pressão de insetos, aumento do valor nutricional e tolerância a diferentes estresses abióticos. Até 2018, as culturas comercializadas globalmente limitavam-se principalmente a culturas de alto valor comercial, como algodão, soja, milho e canola, e a vasta maioria dos caracteres introduzidos proporcionava tolerância a herbicidas ou resistência a insetos. A maioria das culturas transgênicas foi modificada para ser resistente a herbicidas específicos, geralmente à base de glifosato ou glufosinato. As culturas geneticamente modificadas desenvolvidas para resistir a herbicidas são atualmente mais comuns do que as variedades resistentes obtidas por melhoramento convencional.

Fontes: pt.wikipedia.org

Estado das pesquisas

A maioria dos genes atualmente disponíveis e utilizados para desenvolver resistência a insetos provém da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt) e codifica delta-endotoxinas. Alguns utilizam genes que codificam proteínas inseticidas vegetais. O único gene comercialmente utilizado para fornecer proteção contra insetos que não se origina do B. thuringiensis é o inibidor de tripsina do feijão-frade (CpTI). O CpTI foi aprovado pela primeira vez para uso no algodão em 1999 e atualmente está em fase de testes em arroz. Em 2014, menos de 1% das culturas geneticamente modificadas apresentaram outros caracteres, incluindo resistência a vírus, tolerância a seca, atraso da senescência e alteração na composição das plantas. A adoção por parte dos agricultores foi rápida: entre 1996 e 2013, a área total de terras cultivadas com culturas transgênicas aumentou em um fator de 100. Geograficamente, porém, a expansão foi desigual, com forte crescimento nas Américas e em partes da Ásia e pouco na Europa e na África, em 2013, apenas 10% das terras agrícolas mundiais eram geneticamente modificadas, com Estados Unidos, Canadá, Brasil e Argentina representando 90% desse total. Sua distribuição socioeconômica foi mais equilibrada, com aproximadamente 54% das culturas transgênicas mundiais cultivadas em países em desenvolvimento em 2013. Embora tenham sido levantadas dúvidas, a maioria dos estudos constatou que o cultivo de culturas transgênicas tem sido benéfico para os agricultores, tanto pela redução do uso de pesticidas quanto pelo aumento do rendimento das colheitas e do lucro agrícola.

Fontes: pt.wikipedia.org

Uso e manuseio

==== Frutas e vegetais ==== Muito antes de os seres humanos começarem a utilizar transgênicos, a batata-doce surgiu naturalmente há cerca de 8.000 anos, incorporando genes de bactérias que aumentaram seu teor de açúcar. Kyndt et al. (2015) identificaram que o DNA de Agrobacterium tumefaciens, proveniente desse evento transgênico natural, ainda está presente no genoma da cultura atualmente. O mamão foi geneticamente modificado para resistir ao vírus da mancha anelar (PRSV). O “SunUp” é uma variedade transgênica de polpa vermelha derivada da variedade de mamão "Sunset", homozigótica para o gene da proteína do capsídeo do PRSV, já o “Rainbow” é um híbrido F1 de polpa amarela, desenvolvido pelo cruzamento entre o “SunUp” e o “Kapoho” não transgênico. Essa variedade transgênica foi aprovada em 1998 e, em 2010, 80% do mamão cultivado no Havaí já era geneticamente modificado. O New York Times declarou que, sem ela, a indústria havaiana de mamão teria colapsado. Na China, um mamão transgênico resistente ao PRSV foi desenvolvido pela Universidade Agrícola do Sul da China e aprovado para cultivo comercial em 2006, em 2012, 95% do mamão cultivado na província de Guangdong e 40% do mamão em Hainan eram transgênicos. Em Hong Kong, onde existe uma isenção para o cultivo e liberação de variedades de mamão transgênico, mais de 80% dos mamões cultivados e importados eram transgênicos. A batata New Leaf, um alimento transgênico desenvolvido com o uso de Bacillus thuringiensis (Bt), foi criada para fornecer proteção contra o escaravelho-da-batata, que reduz a produtividade.

Fontes: pt.wikipedia.org

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Qualidade e análise

Comercializada pela Monsanto no fim da década de 1990, foi destinada ao mercado de fast food, mas retirada em 2001 após rejeição de varejistas e problemas de exportação enfrentados por processadores. Em 2011, a BASF solicitou à Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) a aprovação de sua batata Fortuna como ração e alimento. A batata foi tornada resistente à requeima pela adição dos genes resistentes blb1 e blb2, originários da batata selvagem mexicana Solanum bulbocastanum. No entanto, em fevereiro de 2013, a empresa retirou o pedido. Em 2014, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aprovou uma batata geneticamente modificada desenvolvida pela J. R. Simplot Company com dez modificações genéticas que reduzem o escurecimento por impacto e diminuem a formação de acrilamida quando frita. Nesse caso, a técnica utilizada foi a interferência por RNA, que elimina proteínas específicas ao invés de introduzir novas.

Fontes: pt.wikipedia.org

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